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Instituto Paulo Gontijo não tem ligações com candidatos à cargos eletivos

O Instituto Paulo Gontijo reforça que não tem relações candidatos, ou pré-candidatos, à cargos públicos nas eleições de 2018.

O compromisso do IPG é com o incentivo das pesquisas científicas e apoio à pessoa com ELA.

IPG

Idealizado por Paulo Gontijo, físico e engenheiro apaixonado pela ciência e portador de ELA, o IPG foi fundado em 2005 para promover pesquisas científicas e disseminar informações sobre a doença, além de desenvolver ações de humanização do atendimento de famílias que convivem com o diagnóstico. É autor do livro “A tese de um condenado”, autobiografia que traz relatos detalhados sobre a ELA e suas possíveis causas. Para mais informações, acesse www.ipg.org.br .

 

 

 


11º Prêmio Paulo Gontijo abre inscrições em junho

Publicado em: 12/05/2019

A partir do dia 1º de junho, pesquisadores de qualquer parte do mundo poderão inscrever pesquisas científicas relacionadas à descoberta da causa e cura da ELA e concorrer ao 11º Prêmio Paulo Gontijo.

O vencedor receberá 20 mil dólares e uma medalha de honra ao mérito, além de ganhar direito à participação gratuita em eventos internacionais da ENCALS e apresentar a tese vencedora na open session do 30º Simpósio Internacional de ELA. A cerimônia de premiação acontecerá dia 4 de dezembro, em Perth, na Austrália.

Desde 2011, o prêmio é concedido anualmente pelo Instituto Paulo Gontijo e conta com a parceria internacional da MND Association, da Internacional Alliance of ALS/MND Associations e da European Network for the Cure of ALS (ENCALS), além de toda comunidade científica internacional.

Edições anteriores

Em 2018, Rickie Patani foi o ganhador. Professor associado no Instituto de Neurologia da University College London e do Francis Crick Institute, no Reino Unido, ele tomou como base da sua pesquisa o conceito, já reconhecido pela comunidade científica, de que alterações no RNA (molécula responsável pela síntese de proteínas das células do corpo) podem estar relacionadas ao surgimento da ELA. 

A partir daí, se propôs a reprogramar células da pele de um indivíduo com ELA para gerar células neuronais e identificar alterações em neurônios motores. O resultado foi uma informação inédita: interações entre o RNA e uma proteína específica, conhecida como SFPQ, representam um novo marcador para identificar casos de ELA familiar e esporádica. O laboratório do doutor Patani também analisou modelos transgênicos de camundongos e tecido post-mortem humano, de casos esporádicos de ELA, e comprovou os primeiros resultados.

Com o estudo, o vencedor abre portas para avaliar novos marcadores que causam  ELA e ajuda a comunidade científica a pensar em novas estratégias terapêuticas para o tratamento.
 
REGISTRE-SE AQUI ATÉ 31 DE JULHO, 2019!
 
 

 

 

 

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