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HUMANIZAÇÃO - visa melhoria da qualidade de vidados pacientes. INCENTIVO À PESQUISA CIENTÍFICA - busca diagnóstico e cura da Esclerose Lateral Amiotrófica.


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As células-tronco são a maior esperança para os casos de ELA?
Diversas frentes de batalha são necessárias para combater a ELA. As células-tronco compõem uma delas e acredita-se no seu sucesso. Entretanto, não podemos ter a ilusão de que as CT sejam uma panaceia (remédio para todos os males). Talvez, um tratamento eficiente e seguro tenha que valer-se não apenas da injeção direta das CT, mas também do uso de compostos carregados por elas ou de drogas desenvolvidas a partir desta tecnologia. Os caminhos abertos pelas CT são inúmeros, mas precisamos verificar qual ou quais deles levam diretamente ao objetivo. 
Miguel Mitne Neto

Como faço para colocar-me a disposição para pesquisas com células-tronco?
No momento, não existe nenhuma pesquisa no Brasil envolvendo a aplicação de células-tronco em pacientes com ELA. Contudo, assim que este tipo de estudo estiver disponível em nosso país a informação será disponibilizada o mais rapidamente possível. O site www.ipg.org.br está de olho em todas as novidades sobre o assunto. Atualmente os únicos laboratórios que fazem pesquisa com célula tronco e possuem aprovação da FDA são o Brainstorm (Israel) e a Neuralstem (Estados Unidos).
Miguel Mitne Neto

Gostaria de saber esse ano poderá sair algum medicamento novo. (2013)
Compostos como cefalosporinas e agentes neuroprotetores já estão sendo avaliados em pequenos grupos de pacientes. Entretanto, existe um número mínimo de etapas a serem cumpridas antes de sua aprovação como tratamento. O uso de células-tronco como terapia para a ELA ganhou força, recentemente, após o FDA ter aprovado um estudo envolvendo células-tronco embrionárias e outros dois propondo o uso de células-tronco adultas. Os resultados dos mesmos devem ser publicados dentre 2 a 4 anos.
Dr. Francisco Rotta

A vitamina D pode beneficiar pacientes com ELA?
Não exite nenhuma compravação do efeito benéfico da vitamina D em pacientes com ELA e seu uso não pode ser recomendado
Dr. Francisco Rotta

Quanto a novos medicamentos nada de novo? Entre os ensaios clínicos e testes realizados mundo a fora qual ou quais os mais promissores e próximos da realidade? Em quanto tempo isso pode chegar até nós?

O riluzol continua sendo a única droga efetiva e aprovada pelo FDA no tratamento da doença. Entretanto, a lista de novos compostos novos que estão em teste é bem extensa. O RO-28-2653 e o ONO-2506 fazem parte desta lista. Ainda, drogas utilizadas em outras doenças neurodegenerativas, como Alzheimer, também estão sob avaliação. Um exemplo é a Memantina, que apesar de bem tolerada pelos pacientes com ELA não se mostrou eficaz.
Dentre as formulações com potencial para o tratamento destacam-se o Rh-GSF e o AEOL10150, sendo o último considerado o mais promissor de todos. Ensaios clínicos com este composto já estão em andamento.
Estimar o tempo para que um medicamento, ainda em teste, esteja disponível é extremamente difícil. Muitas vezes, os resultados obtidos em uma determinada etapa não são repetidos na seguinte. Os inúmeros passos nesta avaliação são necessários para garantir que a nova molécula traga benefício e não mais um problema para o paciente.
Dr. Francisco Rotta

O que vocês acham da eletroestimulação no tratamento da ELA?
A eletroestimulação tem sido usada em reabilitação neurológica, especialmente após isquemias cerebrais e lesão medular. Diferente do que oorre nestas situaões, na ELA há degeneração dos neurônios motores e consequente perda do estímulo trófico ao músculo. Este estímulo, necessário para a manutenção da massa muscular, não é conseguido pela estimulação elétrica do músculo ou das terminações nervosas remanescentes. Sendo assim, não está indicado o uso de eletroestimulação com o objetivo de manter força ou função. Algumas formas de eletroestimulação podem ser usadas no tratamento de dor. Como a imobilidade e atrofia muscular da ELA podem desencadear dor, nesta situação a eletroestimulação poderia ter utilidade.
Dr. Francisco Rotta


Gostaria de saber se procede a seguinte informação: corticoides + carbolitium 300 + depakene 300. Segundo pesquisas recentes, a junção dessas medicações para transtorno bipolar ajuda a aumentar o número de neurônios sendo bom para doenças degerenativas.
Não há qualquer indicação que corticoide e depakene possam ter algum efeito em doenças degenerativas. Quanto ao uso de carbolítio os estudos atuais sugerem que não tenha nenhum efeito ou até mesmo seja prejudicial para pacientes com ELA.
Dr. Francisco Rotta


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