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Edaravone e Congresso da Academia Americana de Neurologia

Publicado em: 09/05/2017

Entre os dias 22 e 28 de abril, o coordenador médico do Instituto Paulo Gontijo, Dr. Francisco Rotta, participou do Congresso da Academia Americana de Neurologia, em Boston, EUA, o maior encontro mundial de neurologia, que contou com mais de 13 mil participantes.
Na ocasião, foram apresentadas análises do estudo do Edaravone em pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em 22 anos, este é o primeiro medicamento aprovado pela FDA para o tratamento da doença desde o Riluzol (medicamento que retarda o progresso da ELA).
O estudo constatou que radicais livres sã tóxicos para as células e sua formação é um dos processos, ao lado da excitoxidade e acúmulo de proteínas anormais, que causam a degeneração de neurônios motores na ELA.
O Edaravone age removendo esses radicais livres do tecido nervoso e já era utilizado no Japão para o tratamento de isquemia cerebral. 
Estudos preliminares, tanto em animais como em humanos, haviam indicado uma possível eficácia do medicamento na fase inicial da ELA - dentro de dois anos do início e com capacidade respiratória acima de 80%.
Foram avaliados 134 pacientes em estágio inicial da ELA  que poderiam ser usuários do Riluzol. Eles receberam Edaravone endovenoso durante cinco dias em ciclos de 14 dias de tratamento, intervalos de mais 14. 
Após 24 e 48 semanas, os pacientes que usavam Edaravone apresentaram menor piora funcional - esta medida foi feita pela escala ALS-FRS.
Análises secundárias revelaram que 39,1% dos pacientes tratados com o Edaravone tiveram estabilização ou, se não, apenas um leve declínio, dois pontos, da escala ALS-FRS, no decorrer de seis meses.
Vale ressaltar que isto aconteceu em apenas 13,1% dos pacientes que usaram placebo e que a média esperada de declínio da escala em seis meses é de seis pontos.
Ao término do estudo, isto apareceu em todas as funções analisadas e também se refletiu em melhores escores de qualidade de vida.
Segundo o Dr. Rotta, que teve a oportunidade de conversar com os pesquisadores envolvidos no estudo, o esquema de uso do Edaravone (duas semanas de uso diário, seguidas de mais duas semanas de intervalo) vem do padrão usado pelos pesquisadores japoneses no esquema cerebral.Todavia, ele acredita que doses diárias podem apresentar, teoricamente, um efeito ainda mais eficáz. Este esquema ainda não testado e deve ser analisado no futuro.
 
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